Nossos filhos - A importância do otimismo


Colunista Márcia Resende


Olá, 


A cada semana somos convidados a aprender, lidar com novas tarefas e desafios e administrar conflitos. 

Muitas vezes, precisamos dar uma pausa em nosso projeto pessoal, não por não sabermos o que queremos, mas para reorganizar o entorno. 

A pausa nos fortalece e nos impulsiona, para que possamos voltar mais fortes e conscientes de nossa missão. 

Vamos juntos seguindo em frente, dando pausas, recuando, mas acima de tudo acreditando que somos capazes. 

Estamos juntos! 



Hoje vamos refletir sobre otimismo e como ele pode ser aprendido por nossos filhos. Sempre somos observados por esses pequenos aprendizes. A forma como nos vestimos, nos expressamos e até falamos são, muitas vezes, repetidas por eles. Eles analisam e internalizam as palavras que ouvem. 

Dessa forma, é necessário nos expressarmos de forma positiva e otimista em relação aos acontecimentos, já que somos os primeiros influenciadores. 

Segundo Martin Seligman, as antenas dos filhos estão constantemente voltadas para a maneira como os pais, principalmente a mãe, falam das causas de acontecimentos, muitas vezes carregadas de emoção. 



Às vezes nos manifestamos frente a situações não estabelecendo fronteiras para os contratempos, afirmamos que “tudo” ou “sempre” nos acontece. 

Nós também fomos influenciados com a maneira, com o estilo explicativo dos nossos pais e essa influência, às vezes, ainda reflete em nossas atitudes. O importante é que somos capazes de mudar essa história. 

Vamos ficar atentos a como percebemos a realidade e como nos expressamos diante de situações que consideramos problema. Vamos tentar mudar nossos pensamentos e aprender a perceber que os contratempos ou as adversidades são algo isolados. Evitar as expressões “isso sempre acontece comigo”, “sou mesmo sem sorte”, “que burra que eu fui” e tantas outras. 

Vamos ensinar os nossos filhos a considerarem o copo meio cheio, a serem otimistas. A desacreditarem em má sorte e se responsabilizarem por seus atos. 



O mais importante é que eles aprendam que se não puderem modificar as situações pelo menos poderão buscar formas para melhorá-las. 

Isso é otimismo! É acreditar que no nosso dia a dia teremos sempre a oportunidade de reavaliar e recomeçar de forma mais positiva o que nos parece ser um carma. 

Vamos manter a chama do nosso coração sempre acessa. 

É possível! 


Márcia Resende

Especialista em Teen, Life e Professional Coaching. Escritora de textos motivacionais, de liderança e comportamento para a página Coaching e Champanhe for Woman, de Portugal, para o Portal R2S e para a revista da Sociedade Latino Americana de Coaching. 


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