Ale Roso


Colaboração: jornalista Isabel Minaré


Na quarta-feira passada (20), Reinaldo Ribeiro, Renata Pinheiro e eu vivemos momentos especiais como representantes do Instituto de Engenharia e Arquitetura do Triângulo Mineiro (IEATM). Participamos do projeto “Conhecendo o Hélio Angotti por Dentro”, criado pela competentíssima relações públicas da entidade, Liana Marzinotto. 

Com atenção e carinho, Liana nos levou para visitar cada canto do hospital, fundado em 1961 bem no centro de Uberaba. As duas torres e um anexo são ocupados por uma equipe imensa, composta por cerca de 400 colaboradores e 45 médicos. “Impressionante como, num lugar com tantos profissionais, não vemos nenhum deles triste, emburrado ou de cara feia”, afirma o vice-presidente do IEATM Reinaldo Ribeiro. “Aqui vemos sorrisos e sentimos o amor e calor humano da entrada à saída, mesmo sem ter muito contato por conta da pandemia”, completa a conselheira Renata. É esse atendimento humanizado, prestado por uma equipe treinada, que é referência na prevenção e tratamento do câncer de pacientes oriundos de Uberaba e mais 59 cidades. 

Os convidados foram recebidos pelo gestor Fernando Nunes. Eles participaram de um bate-papo descontraído, com abertura para tirar dúvidas e entender melhor o processo de saúde. “O tratamento de câncer dura em média cinco anos. O diagnóstico não envolve só o paciente, mas a família e rede de amigos dele. Por isso, nós temos que nos colocar no lugar do outro para oferecer o melhor serviço”, explica Fernando. Não é uma missão fácil, entretanto extremamente relevante, principalmente ao pensar na quantidade de novos casos. “Por mês, recebemos 200 pacientes iniciais”, relata. Agora, com o retorno de pacientes de outras cidades, esse número é maior, afinal centenas de casos deixaram de ser diagnosticados com o isolamento social. Aproximadamente 95% dos atendimentos é pelos SUS.


Reinaldo, Liana, Fernando, Renata e esta colunista em visita ao Hélio Angotti


De acordo com a coordenadora de atendimento Danielle Alice, os ambulatórios recebem pacientes em tratamento, com suspeita ou em acompanhamento. “A nível de hospital, temos em média 280 internações (clínicas, cirúrgicas e quimioterápicas) por mês. São cerca de 7500 atendimentos ambulatoriais envolvendo ambulatórios, quimioterapias e setores de exames. Só exames de mamografias são 600”, disserta.


Danielle mostrou o ambulatório, setor mais movimentado do hospital


67 leitos modernos e equipados estão disponíveis para a população. Na UTI, são 9 leitos


As paredes guardam a lembrança da extinta oncologia pediátrica. O andar agora é destinado para urgência e emergência dos pacientes do hospital


Capela é local de fé e esperança


Espaço Viver tem múltiplas funções: reuniões, conversas e eventos internos


Renata posa ao lado da maquete do hospital, criada há 60 anos. Arquitetura pura!


Romeu Machado Neto, coordenador setor de imagem e equipe


Liana com o excelente médico Heli Andrade


Trio com Marcella Albuquerque, coordenadora de enfermagem do centro cirúrgico e CME


Com Juliana de Paula, enfermeira, e Dalva Helena, a Dadá, técnica de enfermagem, ambas do centro cirúrgico


O Hélio Angotti possui um dos mais modernos equipamentos de acelerador nuclear, importante para o tratamento do câncer e radioterapia. Em breve, o segundo aparelho entrará em funcionamento para dobrar os atendimentos


Iris Maeda, físico médico especialista em radioterapia e Luiz Fernando Angotti, médico radioterapeuta


Quer doar ou ser um voluntário do Hélio Angotti? Entre em contato pelo número (34) 3318-9800 para saber como ajudar.


(Parceria publicitária: Ale Roso Arquitetura)


Ale Roso Arquiteta e urbanista - CAU/MG: A93403/8, presidente do IEATM, coordenadora do Loft IEATM Expocigra, especialista em Saúde e uma das idealizadoras do Projeto Atma – Grupo Doze Guerreiras.  

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